segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Desfile Mesquita- E.M.Rotariano. África de todos Nós.






AFRICANIZANDO MESQUITA.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Em tempo de eleição....

Somos um país paciente.
Paciente à espera do ônibus, pacientes à espera que o trânsito evolua, pacientes à espera de ser atendida, quando queimamos de febre, pacientes à espera de valorização, pacientes à espera de um país mais calmo e igualitário.
Estamos pagando até para respirar.
Pagamos impostos embutidos quando compramos. Pagamos imposto de renda ou será imposto sobre imposto?
Para morar, além de pagarmos a casa, pagamos IPTU.
Juntamos dinheiro para comprar um carro e para andar com ele, pagamos IPVA.
Pagamos um plano de saúde com medo de passar mal.
Resumindo: Trabalhamos para pagar.
Até quando nosso país será governado por pessoas que querem tirar proveito ?
Até quando ficaremos assistindo, pessoas sem comprometimento com o povo fazer de nossas vidas e de nosso país o que bem convier.
Amigos! Desculpe o desabafo. Não sou candidata a nada e nem tão pouco faço pactos com esse ou aquele partido ou candidato,apenas sinto no bolso, meu suado dinheiro se esvaindo pelo ralo.
Se ao menos todos esses impostos nos livrassem dos engarrafamentos, das esperas, das ruas emburacadas, dos péssimos atendimentos, etc,...........
E ainda por cima somos obrigados a escolher o menos pior para governar por 4 anos nosso país.....
Que país é esse?
"Vou embora pra Passárgada....."

domingo, 29 de agosto de 2010

VI Jornada Pedagógica de Mesquita. Oficina: Teatro de sombras.

O teatro de sombras é uma arte muito antiga, originária da China e se espalhou pelos países da Europa. Existe uma lenda chinesa a respeito do teatro de sombras. Diz a lenda que no ano 121, o imperador Wu Ti, da dinastia dos Han, desesperado com a morte de sua bailarina favorita, ordenou ao mago da corte que a trouxesse de volta do "Reino das sombras", caso contrário seria decapitado. O mago usou sua imaginação e através de uma pele de peixe macia e transparente, confeccionou a silhueta de uma bailarina. Quando tudo estava pronto, o mago ordenou que no jardim do palácio, fosse armada uma cortina branca contra a luz. Houve uma apresentação para o imperador e sua corte. Esta apresentação foi acompanhada de um som de uma flauta que> "fez surgir a sombra de uma bailarina movimentando-se com leveza e graciosidade". Neste momento, teria surgido o teatro de sombras.
    Esta técnica estimula a criatividade natural da criança, promovendo nesta o gosto pelo oposto entre a fantasia e a realidade.




segunda-feira, 26 de julho de 2010

OS SETE CORVOS.


Era uma vez um homem com 7 filhos. Por mais que desejasse, nenhuma só filha. Finalmente sua mulher contara a chegada de mais uma criança. E era realmente uma menina.
Quando esta veio ao mundo, nascera raquítica e pequenina. Por conta dessa fraqueza, precisavam batizá-la depressa, pois receavam que morresse. mandou um de seus sete filhos buscar água na fonte para o batismo. os outros seis, foram atrás dele.
Quando chegaram na fonte, os sete queriam pegar água ao mesmo tempo e o jarro caiu dentro da fonte. Sem saber o que fazer e com medo da bronca do pai, lá permaneceram.
O pai impaciente com a demora dos filhos e com receio que a menina morresse antes de ser batizada, disse com muita raiva:
_Aqueles meninos devem estar distraídos com alguma brincadeira e esqueceram da tarefa. Quisera que todos eles virassem corvos. No mesmo instante em que acabara de pronunciar estas palavras, ouviu por sobre sua cabeça, um rufar de asas. Olhou para o alto e lá estavam, 7 corvos pretos como um carvão, que alçaram voo e partiram.
Sem poder quebrar o encanto, os pais continuaram suas vidas, encontrando na filhinha um motivo para prosseguir. A menina por sua vez, crescia cada vez mais linda.
Ela crescera sem saber que tinha irmãos. Os pais nunca haviam contado sobre o que acontecera.
Um dia porém, ouviu algumas pessoas comentando que ela era linda mas que fora culpada pelo que acontecera com seus irmãos.
A menina foi até seus pais para saber se era verdade o que escutara. Os pais não puderam mais esconder e contaram a verdade. Disseram que o acontecido fora um acaso do céu e que seu nascimento era apenas uma conseqüência.
A menina dia após dia, pensava no acontecido e resolveu partir em segredo. Estava disposta a ir onde fosse preciso para encontrar seus irmãos, salvá-los e trazê-los de volta.
Partiu levando apenas, o anel, que era lembrança de seus pais, um pedaço de pão, para saciar sua fome,uma vasilha com água, para saciar sua sede e um banquinho, para descansar.
Andou, andou, andou, até chegar no sol. esse era quente, assustador e comia crianças. Ela então correu e correu, correu e andou, andou e andou, até chegar na lua. essa era fria, feia e assustadora assim como o sol. Ela ouviu a lua dizer:
_ Sinto cheiro de carne! Sinto cheiro de carne humana!
A menina então, fugiu depressa.
Andou, andou e andou, até chegar nas estrelas. Ah! Essas eram acolhedoras e amigas. Cada uma sentava em seu banquinho.
Foi quando a estrela Dalva lhe disse:
Tome esse pedaço de osso de galinha. Com ele abrirá a porta do castelo, onde morar seus irmãos. Os sete corvos.
Ela então guardou o ossinho dentro de um lenço e partiu.
Andou, andou e andou, até que........chegou na porta do castelo. Pegou seu lencinho, abriu e .................
Havia perdido o ossinho. E agora? O que fazer?
Então ela pegou uma faca, cortou o dedo mindinho, enviou-o na fechadura da porta e ............ a porta se abriu. Lá de dentro saiu um duende que disse: _ O que deseja linda menina? 
A menina então respondeu: _ Estou procurando meus irmão, os sete corvos.
_ Pode entrar menina, eles moram aqui, mas não se encontram.
A menina entrou e viu sete pratinhos e sete copinhos. Comeu um pouco de cada pratinho e bebeu um pouco dos sete copinhos,deixando sem perceber, cair seu anel, quando ouviu um rufar de asas............................
Eram os sete corvos. O duende então disse: _ Pode entrar, sua refeição está pronta.
Eles entraram e começaram a comer e a beber. nesse momento o último a beber viu rolar o anel, pegou-o e disse:
_ Reconheço esse anel. Ele é lembrança dos nossos pais. Quisera que nossa irmã estivesse viva e aqui entre nós.
A menina que estava espreitando atrás da porta, ouvindo isso saiu e abraçou seus irmãos.
O encanto fora quebrado e eles voltaram felizes para casa.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

O MENINO MARROM.


.O Menino Marrom é um excelente livro para trabalhar preconceito racial. O escritor Ziraldo aborda o tema de maneira criativa, contando a descoberta de dois amigos. O disco de Newton e a mistura das cores da natureza, resultam as cores dos seres humanos. Planejamento do Clube de leitura. Fantoches confeccionados em espuma.

quarta-feira, 12 de maio de 2010


Onde fica a África?